sábado, 25 de setembro de 2010







Mario Noé.






O homem deixa de ser básico e larga a calça jeans, blusa simples e tênis. Ele vem cada vem cada vez mais se aperfeiçoando e mostrando que tem noção do próprio estilo e esbanja conhecimento e alto-confiança no que está usando. Estamos na Primavera - Verão, e as mais importantes passarelas do mundo começam a mostrar suas mangas. Não só no exterior, mas aqui mesmo no Brasil onde temos recentes lançamentos das semanas de Moda do Rio " Fashion Rio", que veio carregado de novidades. E também nosso orgulho nacional que já faz parte do calendário de moda Oficial Mundial, "SPFW - SÃO PAULO FASHION WEEK" Que nos surpreende em cada edição. Então farei um Mix do que rolou nessas duas ultimas edições que bombou em todas as formas. Os estilistas mostraram que o homem irá misturar estampas, refêrencias em décadas passadas, influências esportivas, listras, cores quentes e também cores neutras. Para os mais ousados, shortinhos de alfaiataria que vem com tudo na estação. O Quadriculado também não ficou de fora e se rende ao verão. O rit que dominou o inverno que também se estende é o Militar junto ao Rock, sempre mesclando cores escuras como Verde Musgo, Azul Marinho, Preto e entre outros. Fique por
dentro deste mix e abuse de acor
do, sem exageros.



RGroove















O ponto alto da grife na estação mais
quente foi o Jeans e alfaiataria resinados, além de uso do linho como material.

O homem RGroove vem carregado de florais nas bermudas e em detalhes localizados, tipo Patchwork em Blazers e Blusas que marcam a coleção.
Trás também em sua bagagem não só as cores quentes como pede o verão, mais tons pastéias sobre o rosa, usando tons sobrepostos.

E junto a alfaitaria, há peças esportivas com cadarços e calças de amarração cintura alta e jeans. Outra marca são os patchs - de "smile" e folhas de maconha - espalhados por toda a coleção. Branco, nude, azul marinho e cinza estão na paleta de cores. Para evidenciar a silhueta, tops juntos ao corpo e blazers desconstruídos.




João Pimenta


A responsábilidade de estréia não intimidou o estilista "João Pimenta", que leva se
u nome em sua Grife, na semana de moda do "SPFW".

A direção criativa não se intimido
u com a riquesa histórica de nosso país. Trouxe de volta os tempos de realeza em um Brasil Império junto a o Surf e os Dândis. Que jogou com sutileza as cores em tons pastéias ou "nude", o preto e o azul clarinho ajudaram a compor uma imagem marcante e muito interessante.

As gola altas, influência bem clara dodandismo, as camisas com cortes super ajustados, e os coletes, e muitos tops apresentaram recortes incríveis nas costas.

A transparência que vem com tudo na estação também não ficou de fora no "Brasil Império de João Pimenta, rendas e babados em golas e mangas também apareceram na coleção, assim como inúmeras peças em linho. Uma estampa que parecia textura contribuiram para a preocupação que o estilista provou que tem com os detalhes. Vale destacar o uso de ganchinhos ao invés de botões. O acabamento das peças estava inacreditáveis, excelentes. Até um gibão apareceu nessa coleção.



Reserva


A Reserva veio em um clima Doggytown & Z-Boys, nome do documentário que traça a história dos precursores do skate nos anos 70, na Califórnia. Por isso, as modelagens de skatewear e surf com modelagem bem 70 marcam a coleção, assim como a influência esportiva em peças de alfaiataria, como blazeres de neoprene.

Gritando na estação as bermudas mais ajustadas e shorts curtos ( inclusive na modelagem dolphin, com cadarço) não ficaram por fora do verão "Reserva".
As calças também são ajustadas, de cintura alta e mais largas na boca. Os modelos bicolores ou tricolores fazem alusão ao surfe e skate e estão em calças, camisetas, cangurus e jaquetas. Os zíperes recriam as peças, através do corta-recorta: trechos de uma jaqueta podem ser intercambiados com outra.

Entre as estampas, leopardo ( que as mulheres já conhecem e os homens vão ouvir falar muito no verão, a tradicional oncinha), flor e prancha. Os materiais esportivos como neoprene e nylon, estão entre os eleitos. Ainda há tricô, com cardigãs curtos e coletes com c
avas amplas. As camisas pólo de golas coloridas dão uma comportada no estilo.





Colcci


O ilusionismo Pop
é a grande inspiração da coleção "Colcci " no verão 2011. Nas passarelas, um jogo de mostra-esconde, com muitas transparências e sobreposições de telas, propondo as mais variadas opções para o homem que pode brincar com essas formas exêntricas que a grife proporciona. O jeanswear, grande sucesso da grife, aparece de uma forma diferenciada e elaborada, em que os grandes destaques. São os jeans transparentes, que criam um efei to único, e os jeans estampados, uma inovação alegre, descontraída e colorida, como deve ser o verão. As referências da cartela de cores remetem aos anos 90, mas os anos 60 vêm forte na coleção, principalmente nos shapes e acessórios.



Ma
rio Queiroz



















O estilista Mario Queiroz, cuja o nome carrega sua grife nos leva atravéz da coleção para uma viagem em Istambul que resultou em todo o conceito do desfile. A silueta de seu verão é de túnicas e modelagem com u
m sotaque mouro. Com os tons claros off-white, areia, e afins, além de tonalidades de azul claro. Com o complemento que da o toque de sofisticação são as estampas de azulejaria e à tapeçaria onde vibram em um clima ocidental. A alfaitaria é ajustada ao corpo, os tecidos são leves, ganharam nervuras nos detalhes compondo golas orientais e gola padre. Cardigãs, malhas ajustadas

marcando o corpo e short
s curtos (rit da temporada) completaram o look. O estilista, na contramão na tendência tecnológica, elege os materiais naturais como algodão, seda e linho que deixam sua coleção mais leve e suave para o homem se sentir mais confortável sobre a correria do dia-a-dia. O denim é sempre claro. Queiroz não se esqueceu de suas bolsas e tênis e aproveitou para lançar uma linha de jóias. Atenção, também, para os cintos em couro, que dão graça e complementam os looks.




Auslander

A coleção continua com a pegada rocker do último inverno, com peças que são ícones dos festivais de rock que a inspiram. Como camisetas, jaquetas e coletes jeans desfiados e customizados com palavras e escritos de canetinha e patchs. Eles, bermudas jeans detonadas e casacos cangurus amarrados. Para todos, calças slim e botas de cano médio, e tênis customizados. Contrastando com a atmosfera, apliques florais dos blazers masculinos e sobreposições de renda na modelagem de camisetas.

Cores neutras, preto, branco com riscados de cinza a coleção se abre para inovadores do estilo que a marca vem propondo desde o inverno passado que se extende ao verão 2011.
E as peças-chaves foram os Jeans
rasgados
e as Jaquetas Monsters para transpirar o climão Rocker.



























Dolce & Gabanna











O extremo foco na qualidade e manufatura das peças tirou quase que por completo o poder das imagens de moda. Roupas para vida real, confortáveis, num grande mix do formal com o casual. Reviver a essência ou herança das marcas é outra preocupação que continua prendendo estilistas numa zona de segurança. Domenico Dolce e Stefano Gabanna comemorando os 20 anos de sua linha masculina, colocaram na passarela uma linda coleção que trouxe de volta o melhor da alfaiataria siciliana.

Calças e bermudas largas com cordas amarradas na cintura, blazeres de linho com abotoamento duplo ou simples, camisas extrafinas (às vezes até transparentes ,oque mais vai se ver neste verão) e uma constante imagem de despojamento, não carecem de apelo comercial. Porém, não agregam nada de novo.


Gucci










A grife olha para um homem dos finais dos anos 1960, aposta numa sensualidade nonchalance, onde camisas abertas ou blusas de seda com golas amplas revelam parte do torso, muitas vezes decorados com lenços coloridos, numa coleção extremamente sofisticada, ainda que nada revolucionária na passarela.

Com tons neutros, como cinza, grafite, azul claro, branco e o off-witch a grife mostra o homem da década de 60 se atualizando no século XXI.




Giorgio Armani

A grife trocou seus famosos ternos de formas amplas por versões contemporâneas em que os blazeres de abotoamento dulpo se encurtam e se aproximam do corpo. Refrescando seu repertório de forma natural e inteligente, muitas vezes troca seu paletó do século 21 por jaquetas de corte reto (usadas sem nada por baixo para aumentar o tom sexual do desfile) combinadas com calças volumosas quase sempre em tons neutros. Motoqueiros elegantemente sexy.



Burberry


Motoqueiros também serviram de tema para Christopher Bailey, combinando jaquetas curtinhas, repletas de tachas, com calças ultraskinny em couro arrematadas por sandálias híbridas de birkenstock com gladiadores. Para reforçar (mais uma vez) a supremacia da "Burberry" nos outerwears, Bailey mergulhou novamente nos arquivos da marca para encontrar algum pano de fundo para as recorrentes reconstruções do famoso trench-coat.

Como todas as marcas vem trazendo em sua bagagem o resquício militar do inverno passado , a "Burberry" trouce as jaquetas de agora se acinturam ao corpo masculino, ganham detalhes de couro nos ombros, golas e mangas sobrepostas aos tricôs de ponto largo ou camisetas de malha bem solta. No fim, o tema motoqueiro e algumas jaquetas tachadas pareceram um tanto artificiais.



E assim o verão 2011 cria asas e salta para que você possa montar seu look e sair para curtir um dia quente da estação. Várias formas e modos de se vestir complementando com acessórios ou até mesmo peças de roupas que você pode somar para montar um look simples que acaba se tornando um estouro. Com essas dicas vocês estaram preparados e não errarem na dose.

Fica a dica de que ousar demais e se mostrar atual, seguir tendências não é tudo, siga apenas dicas e as transforme em seu estilo próprio. Moda não é copiar e sim criar!

"MODA É O CEREBRO POR FORA"









quinta-feira, 17 de junho de 2010

Música e Moda

Bom depois de um tempo sem atualizar aki volto pra vcx com uma matéria novinha que mostra como a moda e a música eternas parceiras influência em nossas vidas , e vem fazendo isso a muitas décadas .Como é um assunto muito longo tentei resumir bem esses conceitos trazendo um pouco da história e oq representava cada forma de estilo em suas respectivas épocas . Espero que gostem !





Anos 50
O Rei do Rock mexia o corpo como um demônio, segundo os padrões da época, e sua liberação melancólica e sexual atraía diretamente o público jovem, enquanto que horrorizava os mais velhos. Fez moda com seu estilo diferente. Todos queriam se parecer com o homem considerado o maior símbolo do rock entre 1956 e 1963. Seu topete e as grandes costeletas formavam seu estilo junto ao figurino diferente, marcado por suas jaquetas de couro.


Anos 60
Nos anos 60 a moda era usar a linha era reta, futurista, geométrica e erótica, pois grande parte do corpo aparecia desnuda. Se no início a moda era comportada, rapidamente absorveu os movimentos jovens que ditam a minissaia, incorporados no Brasil pela jovem guarda. As saias encurtaram mais que nunca, bem acima do joelho, e diminuíram até o tamanho da “Hot pants”, shortinho que virou mania na época.


Anos 70
Marc Bolan foi o artista que abriu a porta da extravagância do glam rock para outros como David Bowie, Slade, Sweet, e Gary Glitter passarem e ir além. Nos anos 80 diversas banda adotaram o estilo extravagante, marcado pelos cabelos compridos e cheios de volume, roupas exóticas e muita maquiagem, como Mötley Crüe, Poison, Guns ‘n’ Roses e Cinderella, entre outras.

Anos 80
A moda é, junto à música, o aspecto cultural mais característico e evidente do punk. O termo moda, no entanto, não é bem aceito pela maioria dos punks e influenciados pela cultura punk pois é entendido estritamente como modismo, aceitação social, comércio e/ou mera aparência. Costuma-se empregar o termo estilo, com o significado de "roupa como afirmação pessoal" (apesar deste também ser um dos significados da palavra moda), ou mais comumente ainda o termo visual, utilizado em quase toda a cultura alternativa brasileira, não somente no meio punk.

Como a música sempre invade todas as camadas socias , varios cantores dos anos 70 e 80 tornaram-se ícones fashionistas em suas gerações. Como: David Bowin , Cindy Lauper ,Michael Jackson , Madonna , Boy George e Cher



Anos 90

Até metade dos anos 90, as tendências exageradas de anos anteriores ainda influenciaram a moda. Criaram-se calças de ganga coloridas, blusas transparentes que evidenciavam a lingerie. Graças a isto, a moda intima proporcionou novas e arrojadas criações.
Existia uma harmonia entre estilos nesta altura, produziam-se peças tendo em conta o facto de todos os consumidores, serem e terem, exigências diferentes.

A influencia do Grunge na moda também foi notória, especialmente nos adolescentes que se apresentavam com calças, corsários largos e camisas com padrões xadrez.
Até os chamados "betinhos" tinham a sua camisa xadrez...

A partir do início dos anos 2000 começaram a surgir as bandas emo e consequentemente a sua moda. As características dessas bandas são: Letras de músicas excessivamente emotivas, voltadas a questões sentimentais e pessoais. Musicalmente semelhante ao Pop punk. Uma banda pode ser Hardcore melódico ou Pop Punk mas não necessariamente ser emo. A música emo passa algo bem adolescente em suas canções, mas com um certo sentimentalismo.

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Coco Mademoiselle Chanel

"Eu criei um estilo para um mundo inteiro.
Vê-se em todas as lojas "estilo Chanel". Não há nada que se assemelhe. Sou escrava do meu estilo. Um estilo não sai da moda; Chanel não sai da moda."
"Coco Chanel"





Com estilo e elegância, Gabrielle "Coco" Chanel revolucionou a década de 20, libertando a mulher dos trajes desconfortáveis e rígidos do final do século 19. Em 1916, ela introduziu na alta-costura o jérsei de malha, os trajes de tecidos xadrez e a moda escocesa, com blusas de malha fina, as calças boca-de-sino, as jaquetas curtas e os casacos cruzados na frente e acinturados em estilo militar. Para a noite, Chanel criou vestidos em negro metálico, vermelho escarlate ou bege. Laços e paetês eram os únicos enfeites e não impediam que as mulheres se movimentassem com rapidez, ágeis como pedia a estética de um século onde tudo se tornava automatizado.



O vestido negro, simples, com gola e mangas largas e punhos, a jaqueta de corte reto e a saia simples foram inovações da estilista.
O nascimento do chamado "pretinho básico" data de 1926, quando uma ilustração na revista "Vogue" mostrava o vestido desenhado por Chanel - o primeiro entre vários que iria produzir ao longo de sua carreira.
Seus modelos simples, ao alcance da mulher de bom gosto e de poucos recursos, foram muito imitados e confeccionados em mais categorias de preços do que qualquer outra criação da alta-costura.
Foi ela também quem introduziu as falsas jóias ao mundo da moda. Chanel sempre gostou de usar muitos acessórios, como colares de correntes ou pérolas de várias voltas.
Um verdadeiro mito, Chanel reproduziu sua própria imagem, a mulher do século 20, independente, bem-sucedida, com personalidade e estilo.


Mas foi o seu perfume, o Chanel nº 5 - tido como o mais vendido no mundo -, que a tornou milionária.


A bolsa com alças de corrente dourada, o colar de pérolas, o tailleur e o vestido preto são os símbolos de elegância e status que marcaram para sempre a história da moda.


O estilista alemão Karl Lagerfeld é, desde 1983, o diretor de criação da marca Chanel, tanto para a linha de alta-costura quanto para a de prêt-à-porter. O estilo clássico criado por mademoiselle, revitalizado por Lagerfeld, atravessou o século 20 e se tornou atemporal.

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Schockigs Elsa Schiaparelli

A vida em Rosa Choque
A moda e a arte sempre caminharam jutas para Elsa Schiaparelli , uma italiana com alma francesa , que não criava apenas vestidos , chapéus e acessórios , mas verdadeiras obras de luxo ecentricidade e glamour .

Com o seu progressivo sucesso , Schiaparelli se tornou a maior rival da famosa estilista Coco Chanel seu estilo era totalmente oposto : enquanto Chanel criava roupas funcionais para a mulher moderna , Schip fazia modelos surrealistas exoticos e coleções expiradas em fantasias que sempre partiam de um ou dois temas dominantes .

Seu estilo moderno e excêntrico a fez criar um tom de rosa eletrizante , o qual ela chamou de "Schockings" , o famoso rosa choque .


O estilo totalmente anticovencional e imaginativo de Schiaparelli foi socialmente controverso , inclusive na época dourada dos anos 30 . Suas criações expiradas no surrealismo de Salvador Dali resaltava um novo aspecto pra moda , um novo conceito de criação em alta custura
fazendo de "Shipa" como era conhecida , um simbolo pra toda moda do século XX

O estilo marcante de Elsa Schiaparelli talvez pudesse ser representado pelo seu rosa "Schockign"usada por ela em muita de suas criações desde de chapéus a longas capas bordadas , o "rosa choque" descrito por Yves Saint Laurent como : " Uma Provocação"


A influência que Schiaparelli tem até hojê sobre o mundo da moda é grande , se reflete muito o Rosa choque e mangas exessivamente inchadas .
Um dos nomes mas conhecidos que adota o estilo de Schiaparelli em suas criações e Dolce e Gabanna , sempre evidenciando o surreal e os traços artisticos.



Roupas feitas para impressionar , para destacar a mulher que usava . Sempre impactantes , ela inovou nos materias utilizados em suas roupas , como zíper , o crepe de seda e o celofane . Todos esses novos materias , como a fibra sintética , possibilitaram que Elsa executasse todos os seus sonhos surrealistas .